O Design pode ser compreendido como um processo, ou ciência, para solucionar um determinado problema — seja ele qual for — por meio da manipulação de atributos visuais.

Ao escovar os dentes, abrir a porta do carro, subir pelo elevador do prédio, ligar o computador, esquentar a marmita no microondas, lavar os talheres, enfim, toda e qualquer ação do dia-a-dia que você consiga imaginar, tem design no meio! Afinal de contas, foi necessário a cabeça pensante de um designer para solucionar e facilitar os problemas do seu cotidiano, por exemplo, ir do térreo ao 11º andar de forma rápida e prática. Isso não é diferente quando o assunto é marketing digital. Uma vez que precisamos de soluções criativas e inovadoras a todo momento, sobretudo nos dias de hoje.

E aí que o entra o design!

Quer entender como essa simples palavrinha pode aumentar o apelo visual do seus materiais, se comunicar com o seu público de forma clara e objetiva, aumentar o engajamento dos seus seguidores e influenciar a tomada de decisão do seu leitor?

Então esse post é para você!

Afinal, o que é design?

Qualquer profissional deve concordar que conceituar sua própria área de atuação não é uma tarefa simples. E, se tratando de design, isso é levado muito a sério já vez que o termo é amplo e passível de diferentes interpretações. Mas como nosso papel aqui é acabar com esse problema de uma vez por todas, vamos direto ao ponto!

Com certeza você já ouviu, ou até mesmo falou, algumas das frases a seguir:

  • “o design dessa revista é bem legal”;
  • “este carro tem um design bem arrojado”;
  • “queria dar um up no design da minha sala”;
  • “achei bem diferente o design deste celular”.

Poderíamos escrever uma Bíblia com frases assim, concorda?

Esse é um dos grandes motivos das pessoas terem uma compreensão limitada da palavra design. Afinal, são tantos, mas tantos contextos que o termo é utilizado, que fica difícil, até mesmo para profissionais da área, de conceituá-lo de forma precisa. Como via de regra, podemos entender o design como um processo, ou ciência, para solucionar um determinado problema – seja ele qual for.

Bem amplo, não acha?
Mas é isso mesmo: a maior parte dos problemas, sejam eles lociais ou gráficos, por exemplo, podem ser solucionados com design!Se você deseja uma definição mais simples, pode tomar como base o conceito disponibilizado pelo dicionário Aurélio: “design é conceber um projeto e seu planejamento”.

Desse significado, conseguimos interpretar que, além da concepção do projeto, o design é responsável também pelo planejamento. Apesar de ser uma forma bem fria de definir o termo, não deixa de ser verdade!

Até aqui, já conseguimos perceber que o design é processo (ou ciência); é planejamento; e resolve problemas, certo?

Além disso, assim como diversas outras áreas de atuação, o design também é dividido em subcategorias e, para uma melhor compreensão deste texto, é importante conhecê-las. Vamos lá?

Quais as áreas do design?

Como deixamos bem claro, o principal objetivo do design é solucionar um determinado problema, seja ela qual for, lembra?

Devido a essa amplitude, é necessário que hajam certas especificidades para melhor direcionar o projeto.

Por isso, o design é dividido em algumas categorias a fim de formar especialistas. Entre as principais, estão:

  • design gráfico;
  • design de produto;
  • design de ambientes;
  • e design de moda.

Para direcionar mais ainda a solução do problema, as categorias acima ainda podem se ramificar. Por exemplo, quando falamos de design gráfico, as principais são:

  • design de animação (motion design);
  • design de embalagens;
  • design de interfaces;
  • design editorial;
  • web design.

Essas categorias são as mais conhecidas. Ao mesmo tempo, há várias outras divisões, subdivisões, sub subdivisões, e por aí vai…

É impossível falar de marketing digital sem mencionar o design gráfico. E é exatamente ele nosso próximo destaque. Confira!

O que é design gráfico?

Como percebeu, dentro do design gráfico há diversas outras divisões.

Todas elas servem para direcionar melhor a solução do problema, ou seja, caso você precise otimizar o seu site, um webdesigner é mais recomendado; caso você precise produzir um revista, o designer editorial é o profissional certo.

Mas então, o que é design gráfico?

Traduzindo ao pé da letra, a palavra design significa “projeto” ou  “desenho”. Quando adicionamos a palavra “gráfico”, estamos falando dos elementos visuais.

Logo, design gráfico é desenvolver um projeto para solucionar um problema por meio de elementos visuais.

Nesse contexto, podemos citar: tipografias, ilustrações, identidade visual, embalagens, materiais impressos, peças digitais, sites, entre outros. Muitas vezes, tudo isso junto e misturado!

Viu como não é nenhum bicho de sete cabeças?

Temos certeza que agora ficou muito mais fácil compreender o que é design. Mas, para não restar nenhuma dúvida mesmo, é importante entender a diferença entre design e designer.

Para sua sorte, é sobre isso que trataremos nas próximas linhas. Partiu?

Design x designer: qual a diferença?

Pode não chegar ser bem uma dúvida mas, com certeza, é um dos maiores erros que as pessoas cometem: a diferença entre design e designer.
Afinal, quem nunca ouviu expressões como “meu amigo é design gráfico” ou “meu irmão faz designer”?
E não pense que isso acontece apenas entre os leigos, muitos profissionais por aí ainda têm dificuldade em contextualizar esses dois termos.
É simples: design é a área de atuação; designer é o profissional.
Assim como um engenheiro estudou engenharia, um designer estudou design. Fácil demais, concorda?
Até aqui, já conseguimos concluir que design é projeto (ou ciência), planejamento e resolve problemas. Além disso, sabemos a diferença entre design e designer e que um designer gráfico é responsável por propor soluções visuais.
E você deve estar se perguntando: o que isso tem a ver com meu negócio? A(s) resposta(s) está nas próximas linhas.

Curioso? Só vem!

Como o design pode ajudar meu negócio?

De várias formas!
Mas, tendo em vista o objetivo deste post, vamos focar apenas no âmbito digital, combinado?
Nesse contexto, você já ouviu falar em design para conversão?

Fique sabendo que os primeiros segundos de um possível cliente no seu site são determinantes para a trajetória dele em sua estratégia de Marketing Digital. Para ter uma ideia, você tem aproximadamente 8 segundos – exatamente, 8 segundos – para capturar a atenção de um novo visitante em sua página. Como se já não bastasse, 94% das vezes que alguém desconfiou de uma página na web, foi por, nada mais, nada menos, problemas relacionados ao design. Steve Jobs diz que “design não é só aparência, mas também como as coisas funcionam”. Sendo assim, é importante levar em consideração que design não é só deixar a página bonita.

Aliás, esse é um dos maiores pecados cometidos por pessoas que não compreendem bem o termo. Por esse motivo, investir em usabilidade, experiência do usuário, navegabilidade, arquitetura da informação, acessibilidade e responsabilidade é essencial. Além de um layout agradável aos olhos, seu site precisa ser, acima de tudo, funcionalSó assim você conseguirá converter seu público!

Falar em conversão sem lembrar de Marketing de Conteúdo é impossível, não é verdade?
Assim, para que sua estratégia digital realmente funcione, entender a relação entre design e conteúdo é precioso. Mas não se preocupe, falaremos disso a seguir.

Design x Marketing de Conteúdo: qual a relação?

O mundo dos negócios está em uma guerra constante: quem fica no topo do Google, quem está gerando mais tráfego, briga por palavras-chaves… enfim, a competição é bem acirrada. Muito se enganam que, nessas batalhas do dia-a-dia, ter o melhor conteúdo é o suficiente para sair na frente dos adversários.
Por tudo que falamos aqui hoje, já deu para perceber que o elemento-chave para sobressair o seu conteúdo e deslanchar perante a concorrência é o design, concorda?

Por isso, investir em design como diferencial competitivo deixou de ser essencial a muito tempo atrás, hoje em dia, é obrigatório! Afinal de contas, mesmo que o conteúdo seja o astro da sua estratégia, é a maneira como irá apresentá-lo que te ajudará a alcançar os resultados esperados. Como destacamos no início do post: o design está por todos os lados! Na sua página do Facebook, sua landing page, seus e-books, suas apresentações, no layout do seu blog… e por aí vai. Logo, é fundamental que você se preocupe com a apresentação dos seus materiais gráficos caso queira aumentar a audiência e gerar maior engajamento para o seu negócio.

Além disso, o design é responsável por construir uma linguagem visual adequada não apenas para o seu negócio mas, sobretudo, para o seu público. Por isso, ele deve traduzir de forma clara e objetiva o posicionamento da empresa, além de agregar valor estético aos produtos e serviços. Para não restar mais dúvidas do quanto design é fundamental, faça o seguinte exercício: ao passar o olho em dois e-books, qual te chamaria mais a atenção e despertaria seu interesse pela leitura? Aquele com blocos enormes de texto e sem nenhuma imagem ou aquele com o conteúdo bem distribuído e ilustrado. Pronto, está aí sua resposta. Se ainda não se convenceu, lembre-se bem: “a primeira impressão é a que fica” ou “uma imagem vale mais do que mil palavras” não são clássicos à toa!

O que podemos concluir sobre design?

Compilando tudo o que falamos aqui hoje, conseguimos compreender que design:

  • agrega valor ao produto ou serviço;
  • é a profissão e designer o profissional;
  • é desenvolver uma linguagem visual clara e objetiva – tanto para o público, quanto para o negócio;
  • é o responsável por diminuir o bounce rate;
  • é um processo criativo para propor soluções práticas e inovadoras;
  • não apenas resolve problemas, mas busca soluções – desde o planejamento a execução do projeto;
  • não é somente um layout bonito, mas algo funcional;
  • também converte – e muito.

FONTE: https://rockcontent.com/blog/o-que-e-design/

 

Design Gráfico é a área de conhecimento e a prática profissional específicas relativas ao ordenamento estético-formal de elementos textuais e não-textuais que compõem peças gráficas destinadas à reprodução com objetivo expressamente comunicacional. é uma forma de se comunicar visualmente um conceito, uma ideia, através de técnicas formais. Podemos ainda considerá-lo como um meio de estruturar e dar forma à comunicação impressa, em que, no geral, se trabalha o relacionamento entre ‘imagem’ e texto. No início do século XXI a participação do design visual expandiu para os meios digitais, sendo utilizado na criação de sites, portais eletrônicos, softwares e diversas outras áreas relacionadas ao Design Digital.

Trata-se de uma profissão levada a cabo pelo designer gráfico que estende a sua área de ação aos diversos meios impressos e digitais de comunicação, resultando, mais concretamente, nas seguintes aplicações:

A função de um designer gráfico é atribuir significados ao artefato por meio de sua aparência, ou seja, o profissional induz o usuário a ver o artefato de determinada maneira, associando-lhe conceitos abstratos como estilo, status, identidade. O designer gráfico é, convenientemente, um conhecedor e utilizador das mais variadas técnicas e ferramentas de desenho, mas não só. Tem como principal moeda de troca a habilidade para aliar a sua capacidade técnica à crítica e ao repertório conceitual, sendo fornecedor de matéria-prima intelectual, baseada numa cultura visual, social e psicológica. Não é apenas um mero executante, mas sim um condutor criativo que tem em vista um objetivo comunicacional alcançado quase sempre por meio de metodologias projetuais que o auxiliam a projetar.

O estudo do design gráfico sempre esteve ligado a outras áreas do conhecimento como a psicologiateoria da artecomunicaçãociência da cognição, entre muitas outras. No entanto o design gráfico possui um conhecimento próprio que se desenvolveu através da sua história, mas tem se tornado mais evidente nos últimos anos. Algo que pode ser percebido pela criação de cursos de doutorado e mestrado, específicos sobre design, no Brasil e no resto do mundo.

Um exemplo desse tipo de conhecimento é o estudo da tipografia, sua história e seu papel na estruturação do conhecimento humano.

História do design gráfico

O surgimento da impressão

O desenvolvimento das técnicas de fabricação de papel, ao longo de séculos possibilitou a invenção da impressão. Em 105 d.C., os chineses desenvolveram o papel de farrapos, fabricado com fibras vegetais e trapos velhos, constituindo uma alternativa econômica. Os segredos desta técnica foram revelados aos árabes por prisioneiros chineses no século VIII, sendo posteriormente introduzidos na Europa nos séculos XII e XIII.

Ao chegar ao continente europeu, seu impacto cultural se fez efetivamente sentir. O uso de caracteres móveis na xilogravura com o alfabeto latino foi facilmente adotado, diferentemente na China, onde se emprega milhares de ideogramas e se exigia esforço e mais recursos materiais. Desde a sua introdução na Europa, o papel foi uma alternativa mais viável ao vellum e ao sargaminho. O papel de farrapo foi-se tornando cada vez mais barato e abundante e, simultaneamente, a alfabetização expandia-se. Essa expansão criou a necessidade de um sistema de ensino que

passasse a diante as técnicas de impressão.

Bíblia de Gutenberg impressa com tipos móveis.

Gutenberg, ourives da cidade de Mainz, elaborou técnicas para impressão de tipos, montados em base de chumbo, em papel. A largura dessa base variava com a dimensão da letra, evitando o efeito individualiza das letras. Ele produziu uma Bíblia em latim, que viria a ser seu trabalho de consagração, embora tenha contraído dívidas por não ter ganho o suficiente para suprir os gastos. A impressão também possibilitou que as teses de Lutero fossem rapidamente impressas, divulgadas e distribuídas. Bíblia impressas em linguagens vernáculas alimentaram as asserções da Reforma Protestante que questionavam a necessidade da Igreja para interpretar as Escrituras. Em 1476, visando uma unificação da língua inglesa, William Caxton decide imprimir e distribuir uma variedade de livros, determinando e controlando a soletração e a sintaxe.

A imprensa estimulou mudanças de comportamento quando estimulou pessoas a ir atrás da privacidade por produzir livros mais baratos e portáteis, levando a leitura silenciosa e solitária e isso fez com que as pessoas reivindicassem o direito de liberdade individual. Também possibilitou a propagação de ideias visionárias que deram forma à Revolução Americana, por exemplo. Já mais para frente, a Monotype e Linotype, métodos mecânicos de fundição e composição de tipos móveis, alternativos à composição manual, foram lançados ainda antes do virar do século (1884 a 1887) e marcaram um salto significativo na velocidade de produção. 

Arts and Crafts

Livro projetado por William Morris, 1896.

O industrialismo trouxe no seu bojo uma série de problemas e desafios que foram se avultando desde cedo e o design passou a ser visto como uma área fértil para a aplicação de medidas reformistas. A mesma abundância de mercadorias baratas que era percebida pela maioria como sinônimo de conforto, logo passou a ser condenada por alguns como indicativa do excesso e da decadência dos padrões de bom gosto. A partir da década de 1830, surgem na Inglaterra as primeiras manifestações daquilo que viria a ser um fenômeno constante na história do design: os movimentos para a reforma do gosto alheio. John Ruskin, educador inglês, apontava o modo de organização de trabalho como o principal fator pelas deficiências projetuais e estilísticas. Não era o mau gosto do público consumidor que gerava a má qualidade, mas a desqualificação e a exploração do trabalhador que produzia a mercadoria. Ruskin também foi um dos primeiros a se dar conta dos limites do crescimento industrial em termos ambientais.

Concordando com Ruskin, William Morris deu início a uma série de empreendimentos comerciais. Junto com seus sócios, conseguiu se estabelecer com sucesso  na área de aparelhamento, sua estratégia mercadológica enfatizava a alta qualidade e o bom gosto dos seus produtos. O trabalho de Morris acabou se inserindo no contexto do que veio a ser chamado de movimento Arts and Crafts. A filosofia desse movimento girava em torno da recuperação dos valores produtivos tradicionais defendidos por Ruskin, o que explicava a apelidação de algumas entidades um tanto antiquada de ‘guilda’. Os integrantes desse movimento buscavam promover maior integração entre projeto e execução, relação mais igualitária entre trabalhadores  e manutenção de padrões elevados em termos de qualidade de materiais e de acabamento, ideais estes conhecidos como craftsmanship.

No Brasil, em meio a diversos planos de imigração, surgiram iniciativas para promover a formação técnica e artística do trabalhador brasileiro. Exemplo disso, foi a fundação do Liceu de Artes e Ofícios, no Rio de Janeiro. A união entre arte e indústria era percebida no Brasil como um elemento fomentador do progresso e da modernidade.

Vanguardas Europeias

As Vanguardas europeias surgiram em um cenário caótico de pós-guerra e sua principal característica era a crítica e a negação de tudo que se referia ao passado. ​A Belle Epoque caiu junto com a guerra, e as formas de arte associadas a ela perderam o significado. A influência das vanguardas artísticas foi mais ampla e profunda na área do design gráfico. Partindo principalmente da confluência de ideias e de atores em torno do Construtivismo russo, do movimento de Stijl na Holanda e da Bauhaus na Alemanha emergiu uma série de nomes fundadores do design gráfico moderno, dentre os quais, Alexander RodchenkoEl LissitzkyHerbert Bayer.​ De modo geral, o estilo gráfico desenvolvido por esses designers dava preferência ao uso de formas claras, simples e despojadas. 

Bauhaus

Sede da Bauhaus em Dessau.

A Bauhaus foi uma escola estatal sediada inicialmente em Weimar, na Alemanha, fundada em abril de 1919, sob direção do arquiteto Walter Gropius. Seu objetivo era formar artistas, designers e arquitetos mais responsáveis socialmente, além de almejar o progresso da vida cultural da nação e o aperfeiçoamento da sociedade.

Após o curso preliminar, os estudantes passavam a frequentar oficinas, onde recebiam ensinamentos de um artista e de um artesão experiente. Apesar desses esforços, pouco se avançou em direção a um relacionamento mais íntimo de trabalho e indústria. A raiz do problema estava no fato de que alguns dos primeiros professores apregoavam o conceito da arte como atividade espiritual, separada do mundo exterior. A arte havia se fundido com o artesão, mas não com a indústria.

A ideia básica do ensino da Bauhaus era a união da formação artística e prática. Assim, todos os alunos que concluíssem o curso básico poderiam continuar na escola optando por uma das oficinas onde estudariam e trabalhariam. O objetivo era o desenvolvimento de protótipos para a produção em massa pelas empresas sob licença. Nesse momento, o trabalho artesanal foi incluído na produção industrial. A originalidade da escola está no fato de que ela venceu os limites do modernismo, pois não somente agrupou movimentos de vanguarda heterogêneos, como também os colocou em prática. A história da Bauhaus é, em suma, a história do surgimento do design moderno e das relações tensas entre arte e tecnologia das máquinas.[

Art Déco

Art Déco surgiu como uma expressão cultural complexa e diversa, em inúmeras formas expressivas e oriunda de uma vontade de exteriorizar um espírito moderno por meio da arte decorativa. Suas características mais recorrentes eram os jogos volumétricos e geométricos; pesquisas de cor e de materiais; uso de tecnologias construtivas modernas; tendência à abstração; exaltação da tecnologia como tema; valorização dos acessos e portarias e respeito a alinhamentos e massas edificadas. Quanto à tipografia, o maquinismo foi um dos grandes temas iconográficos justamente por remeter à modernidade tecnológica e ao progresso. Linhas quebradas ou em zigue-zague transmitiam bem a sensação de dinamismo e da velocidade próprias dos novos tempos.

FONTE: https://pt.wikipedia.org/wiki/Design_gr%C3%A1fico